Games as a science teaching strategy to address basic sanitation

Deyse Almeida dos Reis, Niltom Vieira Júnior

Abstract


Several studies in the literature have suggested the use of Information and Communication Technologies as teaching tools. Among these technologies are electronic educational games, which can also be used to encourage understanding of content covered in the classroom. Given these assertions, this research aimed to analyze educational games that address the theme of sanitation and how they can assist in the learning process. To this end, three didactic games were selected that were evaluated by a questionnaire regarding their technical and pedagogical aspects by teachers. Afterwards, these games were applied in four classes of elementary school in the sixth and seventh year, making a total of 74 students in two private schools in the municipalities of Mariana and Ouro Preto, Minas Gerais. Students involved in the activity also made their assessments after using the games: one in relation to the promoted interaction and the other related to the studied content. From the results it was observed that the technical aspects of the games were considered as “good” and “great”. In the conceptual assessment, performed before and after the use of games, students showed improvement in performance and this improvement was verified through the statistical analysis of the obtained data. From the statistical results it was verified that the improvement of the students’ performance in the content evaluation can be statistically attributed to the use of the games. Thus, it is concluded that there was a significant contribution of the use of educational games in the teaching and learning process for this experience in elementary school.


Keywords


Science Teaching; Educational games; Information and Communication Technologies; Basic sanitation.

References


ANA- Agência Nacional de Águas (2017). Atlas esgotos: despoluição de bacias hidrográficas. Brasília. ANA.

Antunes, J., de Queiroz, Z. F., dos Santos, I. B. R., & do Nascimento Lima, J. (2018). Ciclo criativo de jogos colaborativos: um método para criação de jogos educativos. HOLOS, 2, 424-437.

Brasil (1998). PCN: terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental. Brasília: MEC-Secretaria de Educação Fundamental.

Brasil (2013). Ministério de Educação e Cultura – MEC. Secretaria de Educação Básica. Guia de Tecnologias Educacionais. Recuperado em 8 de agosto de http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=14545-guia-tecnologias-20130923-pdf&category_slug=novembro-2013-pdf&Itemid=30192

Cardoso, V. C., de Oliveira, S. R., & Kato, L. A. (2013). Percepção de professores sobre o uso de jogos digitais educativos em aulas de matemática. Ponte, 64, 1-13.

Da Silva, I. F. L. (2014). Atividades lúdicas no ensino de saúde direcionadas para doenças de veiculação hídrica com alunos do ensino fundamental em Alagoas. Universidade Federal de Alagoas, Maceió, AL, Brasil.

Datasus- Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde do Brasil (2019). Doenças de veiculação hídrica. Recuperado em 9 de agosto de http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0205

dos Reis, D. A., Fongaro, G., da Silva Lanna, M. C., Dias, L. C. P., & da Fonseca Santiago, A. (2019). The Relationship Between Human Adenovirus and Metals and Semimetals in the Waters of the Rio Doce, Brazil. Archives of environmental contamination and toxicology, 77(1), 144-153.

Fagundes, A. A., Lima, M. F., & Santos, C. L. (2016). Jogo eletrônico como abordagem não-intrusiva e lúdica na disseminação de conhecimento em educação alimentar e nutricional infantil. International Journal of Knowledge Engineering and Management (IJKEM), 5(13), 22-41.

Ferreira, F. D. P., & Pedro, K. M. (2018). No caminho da autoria: criação de jogos educativos no PowerPoint por estudantes com altas habilidades ou superdotação. InFor, 4(1), 2-20.

Instituto Trata Brasil (2019). Principais estatísticas. Recuperado em 8 de agosto de http://www.tratabrasil.org.br/saneamento/principais-estatisticas

Medeiros, M. D. O., & Schimiguel, J. (2012). Uma abordagem para avaliação de jogos educativos: ênfase no ensino fundamental. Caderno ENIC (Encontro de Iniciação Científica), 1(1), 1-5.

ONU- Organização das Nações Unidas (2010). Resolução da Assembleia Geral da ONU. Resolução A/RES/64/292. Recuperado em 10 de março de https://www.un.org/ga/search/view_doc.asp?symbol=A/RES/64/292

ONU- Organização das Nações Unidas (2014). Diretrizes de políticas para a aprendizagem móvel. Recuperado em 10 de março de https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000227770

Paiva, R. F. D. P. D., & Souza, M. F. D. P. D. (2018). Associação entre condições socioeconômicas, sanitárias e de atenção básica e a morbidade hospitalar por doenças de veiculação hídrica no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 34, e00017316.

Pinheiro, R. F., & Rocha, M. (2018). Contribuição de uma sequência didática no ensino de ciências para combate ao Aedes aegypti. Ensino, Saúde e Ambiente, 11(3), 186-201.

Rodrigues, G. C. F. S. (2014). Instrumento para avaliação de jogos eletrônicos educativos do ensino fundamental I. Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, PB, Brasil.

Santos, L. S. (2019). Testes estatísticos para amostras pareadas. Recuperado em 4 de março de http://www.abgconsultoria.com.br/blog/testes-estatisticos-para-amostras-pareadas/

Sedano, L., & de Carvalho, A. M. P. (2017). Ensino de ciências por investigação: oportunidades de interação social e sua importância para a construção da autonomia moral. Alexandria: Revista de Educação em Ciência e Tecnologia, 10(1), 199-220.

Sobreira, E. S. R., Viveiro, A. A., & d’Abreu, J. V. V. (2018). Aprendizagem criativa na construção de jogos digitais: uma proposta educativa no ensino de ciências para crianças. Tecné Episteme y Didaxis TED, (44), 71-88.

Torman, V. B. L., Coster, R., & Riboldi, J. (2012). Normalidade de variáveis: métodos de verificação e comparação de alguns testes não-paramétricos por simulação. Revista HCPA, 32(2), 227-234

Vieira Junior, N. (2014). Atuação junto ao grupo de pesquisa “Informática na Educação” e o desenvolvimento de um aplicativo móvel para escolha de testes em análise inferencial: um guia matemático e computacional. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.

Vieira Júnior, N., & Colvara, L. D. (2006). A importância do professor conforme estilos de aprendizagem e modelos mentais. In Associação Brasileira de Ensino de Engenharia (Org.), Anais, XXXIV Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia (pp. 1239-1250).




DOI: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v8i12.1846

Refbacks

  • There are currently no refbacks.


Base de Dados e Indexadores: Base, Diadorim, Sumarios.org, DOI Crossref, Dialnet, Scholar Google, Redib, Doaj, Latindex, Portal de Periódicos CAPES

Research, Society and Development - ISSN 2525-3409

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional

Rua Irmã Ivone Drumond, 200 - Distrito Industrial II, Itabira - MG, 35903-087 (Brasil) 
E-mail: rsd.articles@gmail.com