Care for people with mental disorder: meanings attributed by workers of a long-term care institution

Deise dos Santos Pretto, Zaira Letícia Tisott, Francine Gonçalves Freitas, Marlene Gomes Terra, Amanda de Lemos Mello, Fábio Becker Pires, Daiana Foggiato de Siqueira

Abstract


The aim of this study was to know the meanings of care attributed by workers who work in a Long Term Care Institution for the Elderly to institutionalized people with mental disorders. Qualitative study conducted in a Long-term Care Institution for the Elderly in the interior of Rio Grande do Sul. 19 semi-structured interviews were conducted with workers from June to September 2015, respecting the ethical principles of the National Health Council. Thematic categories proposed by Minayo emerged from the following categories: meanings attributed to care to the person with mental disorder and meaning of care related to daily challenges. The results showed perceptions of care focused on humanization, encouraging the autonomy of people with mental disorders, and also care based on control and monitoring. There was also evidence of a theoretical-practical unpreparedness of the worker for mental health care. It is concluded that care is perceived by the workers of the institution under study in a polysemic way, and still needs theoretical and practical deepening regarding mental health issues.


Keywords


Mental Health; Institution for the Aged; Caution.

References


Amarante, P. (2005) org. Escritos selecionados em Saúde mental e reforma psiquiátrica. Rio de Janeiro: Gramond.

Boff, L (2004). Saber cuidar: ética do humano compaixão pela terra. 10ª Ed. São Paulo: Vozes.

Boff, L (2012). O cuidado necessário: na vida, na saúde, na educação, na ética e na espiritualidade. Petrópolis, RJ: Vozes.

Brasil (2001). Lei n. 10.216 de 6 de abril de 2001. Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental.

Brasil (2004). Ministério da Saúde. HumanizaSUS: Política Nacional de Humanização: Humanização como eixo norteador das práticas de atenção e gestão em todas instâncias do SUS. Brasília.

Brasil (2005a). Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. DAPE. Coordenação Geral de Saúde Mental. Reforma psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil. Documento apresentado à Conferência Regional de Reforma dos Serviços de Saúde Mental: 15 anos depois de Caracas. OPAS. Brasília.

Brasil (2005b). Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº. 283 de 26 de setembro de 2005. Brasília: Diário Oficial da União.

Brasil (2011). Portaria nº 3.088. 23 de dezembro de 2011. Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Brasil (2012). Resolução nº 466 de dezembro de 2012. Publicada no DOU nº 12, em 13 de junho de 2013, Seção 1, 2013. Acesso em 21 de fev. 2019, em: http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf.

Brasil (2014). Ministério da Previdência Social. 1º Boletim quadrimestral de benefícios por incapacidade. Brasília.

D.S (2013). O Saber cuidar do Ser Humano: uma abordagem para o cuidado de enfermagem na perspectiva de Leonardo Boff. Revista de Enfermagem UFPE online, Recife, 7(esp):990-4. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/viewFile/11566/13539. Acesso em 02 Agosto 2019.

Cortez, E.A (2013). Educação permanente, continuada e em serviço: desvendando seus conceitos. Enfermería Global, (29):324-40. Disponível em: http://scielo.isciii.es/pdf/eg/v12n29/pt_revision1.pdf. Acesso em: 02 Agosto 2019.

Fava, M.C., Silva, N.R., Silva, M.L (2014). Avaliação da sobrecarga em cuidadores familiares de pacientes de um centro de atenção psicossocial. Barbarói, Santa Cruz do Sul, n.41.

Franco, T.B., Merhy, E.E (2012). Cartografias do Trabalho e Cuidado em Saúde. Revista Tempus - Actas de Saúde Coletiva. 6(2):151-63. Disponível em: http://www.tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/1120/1034. Acesso em: 02 Agosto 2019.

Gama, C.A.P., Campos, R. T. O., Ferrer, A. L (2014). Saúde mental e vulnerabilidade social: a direção do tratamento. Rev. Latinoam. psicopatol. fundam. [online],17(1), 69-84.

Gomes, M,L.P., Silva, J.C.B. da., Batista, E.C. (2018). Escutando quem cuida: quando o cuidado afeta a saúde do cuidador em saúde mental. Revista Psicologia e Saúde, 10(1), 03-07. /disponível em: https://dx.doi.org/10.20435/pssa.v10i1.530. Acesso em: 02 Agosto 2019.

Jorge, M.S.B., Pinto, D.M., Quinderé, P.H.D., Pinto, AGA; Sousa, F.S.P., Cavalcante, C.M (2011). Promoção da Saúde Mental – Tecnologias do Cuidado: vínculo, acolhimento, co-responsabilização e autonomia. Ciência & Saúde Coletiva, 16(7):3051-3060.

Kanno, N.P., Bellodi, P.L., Tess, B.H (2012). Profissionais da Estratégia Saúde da Família diante de Demandas Médico-Sociais: dificuldades e estratégias de enfrentamento. Saúde Soc. São Paulo;21(4):884-894.

Kessler, A.I, Krug S.B.F (2012). Do prazer ao sofrimento no trabalho da enfermagem: o discurso dos trabalhadores. Rev Gaúcha Enferm., Porto Alegre (RS);33(1):49-55.

Minayo, M.C. de S (2014). O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 10. ed. São Paulo: Editora Hucitec.

Pereira, A.S., Shitsuka, D.M., Parreira, F.J. & Shitsuka, R. (2018). Metodologia da pesquisa científica. Ed. UAB/NTE/UFSM, Santa Maria/RS. Disponível em: https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/15824/Lic_Computacao_Metodologia-Pesquisa-Cientifica.pdf?sequence=1. Acesso em: 27 julho 2019.

Pretto, D. Cuidado às pessoas com transtorno mental: percepção de trabalhadores de uma instituição de longa permanência. Repositório Universidade Federal de Santa Maria. Trabalho de Conclusão de Especialização. 2016. Disponível em: https://repositorio.ufsm.br/handle/1/12091 Acesso em: 07 agosto 2019.

Quevedo, J; Carvalho, AF. (2014) org. Emergências Psiquiátricas. Ed. Porto Alegre: Artmed, 336p.

Salles, M.M., Barros, S (2013). Inclusão social de pessoas com transtornos mentais: a construção de redes sociais na vida cotidiana. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, 18(7): 2129-2138,July 2013.

Santos, A.F.O., Cardoso, C.L (2010). Profissionais de saúde mental: estresse e estressores ocupacionais stress e estressores ocupacionais em saúde mental. Psicol. estud., Maringá, 15(2) 245-253.

Siqueira DF, Terra MG, Vieira LB, Moreschi C, Mello AL, Soccol KLS (2019). Ações de cuidado aos familiares de usuários de substâncias psicoativas: perspectivas de profissionais e familiares. Texto Contexto Enferm [Internet]. 28(e20180022):1-14 Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/1980-265X-TCE-2018-0022. Acesso em: 02 Agosto 2019.

Waldow, V.R., Borges, R.F (2011). Cuidar e Humanizar: relações e significados. Acta Paul Enferm[online], 24(3):414-8. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ape/v24n3/17.pdf. Acesso em: 02 agosto 2019.




DOI: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v8i11.1442

Refbacks

  • There are currently no refbacks.


Base de Dados e Indexadores: Base, Diadorim, Sumarios.org, DOI Crossref, Dialnet, Scholar Google, Redib, Doaj, Latindex, Redalyc, Portal de Periódicos CAPES

Research, Society and Development - ISSN 2525-3409

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional

Rua Irmã Ivone Drumond, 200 - Distrito Industrial II, Itabira - MG, 35903-087 (Brasil) 
E-mail: rsd.articles@gmail.com
Facebook: https://www.facebook.com/Research-Society-and-Development-563420457493356